ALEXANDRE PANTALEÃO 50884

Começou a militância muito cedo e aos 12 anos já acompanhava seu pai em reuniões para criação de associações de moradores na região de Guaratiba. Aos 14 anos inicia sua participação política ativa, ainda na clandestinidade. Foi diretor da UNE, Diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Diretor do Sindicato Nacional dos Trabalhadores Subaquáticos, Conselheiro do Orçamento do Estado e Pesquisador do Centro de Estudos, Pesquisas e Ações de Guaratiba. É sociólogo, pesquisador, petroleiro e militante do PSOL.

O manifesto em apoio

Quando se perde a memória social, perde-se também a identidade de si. Portanto, não há futuro para a luta da libertação das classes dominadas, quando não há memória de si mesmo. Essa luta requer identidade, e isso é dado pelo encontro entre ideias, ações concretas e raízes históricas, igualmente sólidas.

Alexandre Pantaleão pode ser considerado como um dos herdeiros da melhor tradição do pensamento e ação do movimento proletário revolucionário do Rio de Janeiro. Há um fôlego vermelho que o une à geração que se lançou na luta por um Brasil justo, humano e fraterno, sem a opressão do homem pelo homem, por um Brasil independente e autônomo de fato. Uma geração que enfrentou o advento do autoritarismo, lutando e resistindo.

Hoje essa geração ainda inspira muitos e serve como lição histórica para futuras e atuais estratégias de combate ao protofascismo que intoxica os ares brasileiros, mesmo apesar de muitos deles, hoje, estarem no campo do inimigo com discursos e propostas liberais.

Alexandre Pantaleão tem como viés político a luta de classe e a necessidade de formação continuada de quadros para o enfrentamento do imperialismo que cria e reproduz injustiças e desigualdades sociais. O sistema capitalista não se baseia apenas na opressão dos trabalhadores e da maioria das pessoas, mas está estruturado para impedir a sua verdadeira liberdade, logo, a política é uma luta incessante para que certas ideias, valores e interesses se tornem hegemônicos. Pois então, é necessário a identificação do inimigo.

O sistema capitalista cria e reproduz injustiças e desigualdades sociais, mas se por um lado somos oprimidos, do outro lado há os opressores. E esses são os nossos inimigos, lobos disfarçados de cordeiros.

A nossa luta é para que a vitória do Estado seja feita pelo povo, uma vitória que não pode ser alcançada sem o levante revolucionário mais amplo e organizado, pois o caminho que desejamos e teremos que seguir, nosso farol sempre foi e continua sendo uma sociedade socialista, libertária e democrática.

Por isso chegou o momento de uma ampla compreensão da real necessidade de um legislativo carioca combativo, corajoso e comprometido com a luta popular e revolucionária.

Chega de miséria! Não se pode aceitar a fome, o analfabetismo, a doença, a degradação do meio ambiente, o maltrato dos animais, o desemprego, a falta de transporte, e qualquer tipo de agressão a um ser vivo como a misoginia, transfobia e o preconceito de qualquer caráter como algo normal e natural.

Por isso a candidatura de Alexandre Pantaleão se faz tão importante, assim como a sua futura eleição!

BANDEIRAS E LUTAS

Educação | Saúde | Direitos Humanos | LGBTQI+ | Causa Animal

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