PSOL apresenta destaque e acaba com salários acima do teto constitucional

No primeiro dia de votação do pacote de maldades do PMDB, o PSOL conquista vitória importantíssima para a população fluminense e acaba com os super salários de secretários e subsecretários. Servidores públicos deslocados de suas funções para atuar em cargos de confiança recebem o salário acumulado dos cofres do estado, mesmo sendo lotado em outra instância, como a municipal ou a federal. Com o destaque apresentado pelo partido, a partir de agora, o estado não deverá mais pagar além do teto constitucional. Em pronunciamento durante a votação, o deputado Marcelo Freixo afirmou que secretários que recebem R$ 70 mil e ainda assim, levaram o Rio ao estado de calamidade, não têm competência para ocupar seus cargos, muito menos, receber tal quantia. Segundo Freixo, o fim do pagamento desses valores acumulados, além de respeitar o limite legal, ainda economizaria cerca de R$ 3o milhões aos cofres públicos. No fim deste post, assista a vídeo com depoimento de Freixo após a sessão.

– É esse governo que manda fechar restaurante popular; é esse governo que pede pra cortar triênio de servidor; é esse governo que está deixando de pagar aluguel social para economizar quanto? Qual é a economia real que nós vamos fazer retirando o Aluguel Social? E qual é a economia que vamos fazer parando de pagar esses super salários, desses secretários que têm responsabilidade com essa crise tanto quanto o governador? São mais de 30 milhões, presidente, que vamos economizar.

Tanto Freixo, quanto o também deputado do PSOL RJ, Flávio Serafini, apontaram para a violência que ocorria no lado de fora da ALERJ, ao mesmo tempo em que a votação era realizada. Serafini observou o confronto entre policiais e colegas de categoria, servidores e aposentados. O deputado lembrou ainda que seu projeto de lei que reduz o salário dos próprios legisladores, abaixando de 75% para 60% dos deputados federais, ainda não havia sido promulgado no Diário Oficial e assim, com dificuldade de trâmite na casa.

– Nós estamos com o salário integral e os aposentados, pensionistas e servidores estão passando fome lá fora.

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