ANDRÉ BARROS 50420

Carioca, 54 anos, advogado da Marcha da Maconha, mestre em ciências penais, integrou a Comissão de Direitos Humanos/OAB por 28 anos. Membro do IAB, mais antiga instituição jurídica das Américas. Autor de recurso no STJ onde sustenta que plantar maconha não é crime. Protocolou a primeira notícia-crime contra Bolsonaro e, ao todo: 3 por infrações de medidas sanitárias preventivas contra a Covid-19 e a única por genocídio no Brasil. Defendeu militantes em manifestações políticas libertárias, usuários e plantadores de maconha presos e processados. Bandeiras: o fim das operações policiais racistas nas favelas; a legalização da venda da maconha na cidade, principalmente nas favelas, enquanto medida de reparação social, crescimento econômico, geração de emprego e redução da violência; o aumento da arrecadação tributária com a cobrança de grandes devedores; a reversão da bilionária receita orçamentária do PIB da maconha para o município; o auto-cultivo e associações canábicas para fins medicinais.  Foi da bateria do Império Serrano por 25 anos. Teve 13 mil votos na última eleição.

BANDEIRAS E LUTAS

Educação | Cultura | Saúde | Direitos Humanos | Favela

SIGA ANDRÉ BARROS NAS REDES SOCIAIS: